quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Acho completamente patético o que estás a fazer comigo, dizes que não sabes o que sentes, horas depois dizes o quanto me amas  e depois voltas a dizer que não sentes o mesmo que antes. Falas bem, das gargalhadas comigo, pomos a conversa em dia, continuas super cúmplice comigo, mas dias depois nem a uma mensagem respondes. confronto-te com isto e a única coisa que me dizes é que a culpa é minha e quando dou os meus motivos e mostro-te o que fizeste, armas-te em cobarde e calas-te.
Contigo funciona assim, ao mínimo problema calas-te e não tentas esclarecer nada porque " não te estás para aborrecer". Passadas umas semanas voltas a dizer que me amas mas aí eu já não quero saber do que sentes ou deixas de sentir, magoas-me e queres um mar de rosas à tua espera.
Quem te habituou mal fui eu, pois dantes era isso que acontecia. Agora vens com tretas do tipo "dizes isso é porque já não sentes o mesmo" pois caro amigo, estás enganado, eu gosto de ti como antes mas aprendi a mar não sendo a otária que tu me fazias ser. Aprende a gerir os teus sentimentos e a perceber o que queres porque as tuas palavras para mim estão a perder valor, a perder o sentido.
Isto devia ter sido como educar uma criança, não aparar as quedas todas pois assim vai dar sempre as mesmas quedas. Tu és igual, aparece alguém de novo e tu vais atrás mas quando vês que não tens hipóteses vens chorar e implorar para voltar. E eu cega, perdida e de coração magoado como antes tinha, perdoava sempre. Agora restam as marcas e a dificuldade de te conseguir perdoar.

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